DIOCESE DE
CAMPO MAIOR

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Religiosidade e tradição marcam abertura do festejo de Santo Antônio em Campo Maior

Religiosidade e tradição marcam abertura do festejo de Santo Antônio em Campo Maior

A procissão do mastro abriu as festividades do padroeiro diocesano, Santo Antônio Aparecido. De acordo com as estimativas, a procissão contou com a participação de 10 mil devotos, que acompanharam o cortejo desde o colégio Patronato Nossa Senhora de Lourdes. No momento do levante do mastro, a multidão na praça Bona Primo e no entorno da catedral contava com cerca de 20 mil pessoas.

Estiveram presentes o bispo diocesano, dom Francisco de Assis; o pároco da catedral, padre Gilberto Felipe; o  prefeito, Joãozinho Félix; além de outras autoridades como deputados, secretários, vereadores e toda a comunidade católica, representada por diversos grupos, pastorais, serviços e movimentos.

Este ano o festejo tem como tema “Cristãos leigos e leigas na igreja sinodal” e lema “Sereis minhas testemunhas” (At. 1,8) em sintonia com a temática do Jubileu Diocesano “Por uma Diocese Jubilar: Comunhão, Participação e Missão”, que será celebrado em 2026. Neste ano de 2024, a Diocese de Campo Maior celebra o ano da Participação.

De acordo com dom Francisco a festa do padroeiro pretende evidenciar a experiência pastoral e missionária do laicato: “Os leigos e leigas em nossa diocese são conscientes de sua vocação batismal, engajados e participativos, configurando uma igreja ministerial, onde todo o povo de Deus, protagonista da evangelização, é chamado a servir”, falou.

O prefeito Joãozinho Félix disse que o festejo do padroeiro contribui diretamente com o desenvolvimento econômico do Município e alimenta a fé e a esperança dos campomaiorenses: “É uma festa que concilia espiritualidade e desenvolvimento. Nosso padroeiro enche Campo Maior de esperança, de brilho e ainda nos presenteia com geração de emprego e renda, porque a sua festa aquece o comércio e fortalece a economia”, falou.

As festividades do padroeiro diocesano de Campo Maior são uma das maiores manifestações religiosas do Piauí. No ano passado, o evento foi reconhecido pelo Governo como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Piauí e foi inserido no calendário oficial de eventos do Estado. O projeto de lei foi apresentado pelo deputado Dogim Félix (Progressistas) e aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa.

O evento, além do caráter religioso e devocional, possui também um forte apelo social com apresentações culturais, shows, estandes, etc. e aquece a economia local com o comércio de comidas e bebidas típicas, favorecendo a rede hoteleira do município, a gastronomia e o turismo de forma geral.

 

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