Da Diocese

CONHEÇA O NOVO BRASÃO DA DIOCESE DE CAMPO MAIOR

A DIOCESE DE CAMPO MAIOR, NO ULTIMO SABADO (18), MARCADO PELA INAUGURAÇÃO DO PALACETE DIOCESANO MONS. MATEUS CORTEZ RUFINO E A CANTATA NATALINA, LANÇA SEU NOVO BRASÃO. CONHEÇA-O ABAIXO:

 

 brasao-diocesano 

Descrição Heráldica

 

Campo talhado, no I, de sépia, um livro de ouro, aberto de prata tendo o Alfa e Ômega, de goles, sobre as folhas. Sobrecarregando o livro, um ramo de lírio ao natural.

No II, de prata, um terraço de sinopla tendo 2 carnaúbas ao natural. No flanco superior sinistro, uma estrela de 8 pontas de blau. Campanha ondeada de prata e blau.

O escudo repousa sobre a cruz e o báculo, de ouro, postos em aspa. Sobre o escudo, uma mitra de ouro, ornada de goles, com suas ínfulas do mesmo.

Abaixo do escudo, listel de ouro, reverso de goles, com a inscrição latina: Diocesis Campi Maioris  em maiúsculas latinas de sable

 

Descrição Simbológica

 

O Escudo é partido em dois campos, no primeiro, em marrom representa a cor do hábito de Santo Antônio Aparecido, padroeiro da Diocese de Campo Maior e Titular da Igreja Catedral, também faz referência e alusão ao seu primeiro brasão, bem como a todas as terras dos carnaubais. Nele encontra-se o livro dos evangelhos aberto, representando as sagradas escrituras, mostrando assim a sabedoria de Santo Antônio que era guiado pelas palavras do Evangelho, também dando ênfase ao título de doutor da igreja que o Padroeiro Diocesano sustenta.As letras A e Ω no livro, representam o senhorio de Jesus Cristo, Ele que é Início, meio e fim, representando também a força do verbo divino. Cruzando o livro, temos os lírios, simbolizando a castidade, e a pureza de coração, do Santo Padroeiro.

No segundo campo, de prata, representando a simplicidade dos diocesanos, encontra-se no canto superior uma estrela raionada de 8 pontas, representando a Virgem Maria, có-padroeira da Diocese, Ela que nos aponta e nos guia a Jesus Cristo.   Abaixo temos o relevo em verde, representando a vegetação de todas as terras da diocese de Campo Maior, e delas nascendo, três carnaúbas, árvores típicas da região e da cidade sede episcopal, fonte de matéria prima do agricultor, cujo delas são tiradas as palhas para fazer as cobertas das barracas da Festa do Padroeiro na praça Bona Primo. Abaixo encontra-se águas, simbolizando também as belezas naturais de toda região, elas também fazem alusão aos Rio Surubim e o Rio Jenipapo, e ao açude, águas estas que  tem haver com a história social e eclesial da Diocese, bem como do Piauí.

O escudo repousa sobre a Mitra, representando a autoridade espiritual e a dignidade episcopal do prelado que nela governa, bem como da mesma saindo duas ínfulas na qual o bispo está a ser guiado pela palavra, do antigo e novo testamento. A esquerda uma cruz processional, em ouro mostrando a riqueza da cruz na vida do cristão e a importância de que nela foi imolada o cordeiro, na mesma possui uma pequena pedra ametista simbolizando o sangue do cordeiro que foi imolado e que dela transcorreu para a salvação da humanidade, com a cruz abre-se as principais liturgias da igreja, ela de forma simples, representa o grau hierárquico da diocese sufragânea da Arquidiocese de Teresina; e a direita o báculo, símbolo do pastoreio, que faz alusão a figura do Cristo Bom Pastor, que dá a vida por suas ovelhas, bem como a vida doada do bispo pela diocese, na qual está sob sua égide e governo.

Abaixo um listel com a inscrição latina, conforme foi criada a diocese na bula de criação DIOECESES CAMPI MAIORIS

 

Ficha Técnica

Solicitação: Dom Francisco de Assis Gabriel dos Santos, CSsR

Aprovação: Conselho Presbiteral da Diocese de Campo Maior

Criação e Confecção Heráldica: Matheus Nunes Rêgo

Apoio: Profª Natália e Pe. Flávio Naylton e Pe. Jonilson Torres (in memoriam)

Embrasonamento: Matheus Nunes Rêgo

Descrição Heráldica: Matheus Nunes Rêgo e Paulo Roberto

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