Atual Bispos

DOM FRANCISCO DE ASSIS – 3º Bispo

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Paraibano, natural da cidade de Esperança, Dom Francisco nasceu no dia 05 de Fevereiro de 1968, em uma família simples com forte influência católica, sendo o terceiro filho de sete irmãos.

Sua formação religiosa e acadêmica foi toda recebida no Brasil. Em 1994 formou-se em Filosofia pelo Instituto Teológico e Pastoral, e em 1999 formou-se no grau de bacharel em Teologia pelo Instituto Teológico São Paulo, com diploma pelo Instituto Santo Anselmo, de Roma. Sua Ordenação Sacerdotal aconteceu em sua terra natal, no dia 22 de julho de 2000.

 Em 2010 concluiu o curso de Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, chegando a produzir programas de rádio, entre eles, o “Caminhos da Fé”, da Rádio Olinda (PE) e a publicação “Dom Helder Abrindo Caminhos”.

Em 2017, atuando como vice provincial dos Redentoristas em Recife e pároco na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns (PE), veio a ser nomeado pelo Papa Francisco como novo bispo da Diocese de Campo Maior, no dia 21 de junho.

Quadro de Informações – Dom Francisco de Assis

 

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Nascido:
05/02/1968 – Esperança – Paraíba – Brasil
Ordenado Presbítero:
22/07/2000 – Esperança – Paraíba – Brasil
Nomeado Bispo:
21/06/2017 –  Bispo de Campo Maior – Piauí – Brasil
Ordenado Bispo:
26/08/2017 – Garanhuns – Pernambuco – Brasil

SOBRE O BRASÃO

LEMA: “SPE GAUDENTES” (“Alegres na Esperança”) Rm 12,12

A cidade de Esperança conhecida como o “lírio verde da Borborema”, localiza-se no Estado da Paraíba, na Serra da Borborema simbolizada no brasão pela cor verde e pelo lírio no campo amarelo. Neste contexto sócio-religioso acontece o chamado à vida religiosa e sacerdotal do bispo.

Todo o campo do brasão está marcado pela cruz na cor lilás que nos remete à espiritualidade do Salmo 129: “Junto ao Senhor se acha a misericórdia; encontra-se nele copiosa redenção”. O bispo é o homem da misericórdia e do anúncio da redenção gloriosa do Cristo a todos e por toda a vida.

No campo vermelho, um mundo ferido pelas marcas do pecado, acha-se o cordeiro imolado, a bem aventurança dos cristãos diante do sofrimento e do martírio (Mt 5,10-11). No Novo Testamento, o Cordeiro Pascal nos salvou da morte e nos livrou da escravidão no pecado, dando-nos a salvação da alma (1Pd 1,9).

A fidelidade ao Evangelho e o seu ensinamento é missão do bispo para gerar vida em plenitude (Jo 10,10). O pastor protege e dá segurança ao seu rebanho, que a exemplo do Cristo oferta a sua vida pelas ovelhas.

A cor azul representa o céu e a virgindade de Nossa Senhora. No centro do campo azul encontra-se uma estrela. Aquela do manto de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, presença perpétua e intercessão certa na vida episcopal. “Maria, estrela da nova evangelização e mãe do Evangelho vivente” (Evangelii Gaudium 287).

No campo amarelo do chão diocesano, encontra-se o lírio entrelaçado à palma de carnaúba, este é um dos principais símbolos da “terra dos carnaubais”. Por sua vez, o lírio é uma leitura dos conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência vividos por Santo Antonio de Pádua, Padroeiro da Diocese de Campo Maior. No campo verde, a bíblia aberta como porta (Jo 10,7). Cristo é a “Palavra que se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14), principio e fim (Ap 1,8). O anúncio da Palavra é a missão primeira do bispo, sinal de alegria e esperança para todos (Mt 11,29).

O lema “Alegres na Esperança”, Spe Gaudentes, é do versículo paulino: “Alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração” (Rm 12,12), e também encontrado na definição do Missionário Redentorista, conforme a Constituição 20: “Fortes na fé, alegres na esperança, fervorosos na caridade, inflamados de zelo e sempre dados à oração.”

Na missão do bispo, a esperança perpétua é sinal da plena confiança em Deus que escolhe e envia, apesar das limitações e fraquezas humanas. Embalado por ela, o bispo apascenta as ovelhas do rebanho do Cristo Pastor. “Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro” (Jr 29,11).

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